Experiência no ponto de venda foi um dos assuntos abordados no Gartner Symposium – o maior evento de tecnologia do mundo

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Inteligência artificial, novas ferramentas digitais de análise e execução de estratégias diferenciadas nas lojas foram destaque para os executivos de TI, Indústria e Varejo na grade do congresso e nas apresentações da MC1 no Gartner ITXpo Orlando

 

Em outubro de 2019, a MC1 participou – pelo décimo ano- do Gartner ITXpo em Orlando, um evento que reuniu mais de 9 mil participantes para discutir as estratégias que nortearão as iniciativas corporativas. Além de demonstrar as mais recentes funcionalidades da plataforma MC1 – Win The Market aos clientes e outros executivos dos EUA e de países de América Latina, que também aproveitam o evento para prospecção tecnológica, os temas destacados pela MC1 tiveram sua importância ressaltada por uma série de palestras dos analistas do Gartner.

“A experiência na loja física é um componente crítico em qualquer solução integrada para o varejo”, disse Joanne Joliet, analista e diretora do Gartner, na palestra What’s in Store for the Retail Store.

“A transformação suportada por uma plataforma digital de negócios (centrada em um núcleo de inteligência e completamente vinculado a sistemas de TI), ecossistemas de parceiros, plataformas de clientes e a Internet das Coisas posicionam os varejistas para obter sucesso no desenvolvimento de suas estratégias”, diz Joanne Joliet, analista e diretora do Gartner.

Na palestra Prepare, adapt, and transform: a new reality of retail partnerships, Kelsie Marian, analista sênior e diretora de pesquisas do Gartner, destacou a importância de inovar e balancear as inovações tecnológicas e as tendências de mercado para articular ações das indústrias e dos varejistas que transformem a experiência dos clientes nas lojas e alavanquem as vendas. “Adote tecnologias que permitam ajustes on the fly na operação”, recomenda.

 

Inteligência artificial – expectativas e realidade

Em um quadro da apresentação de Marian, aparece um executivo indagando “podemos usar IA para gerenciar nosso funil de vendas”, ao que a Alexia responde “consegui achar quatro pontos de venda de funil próximo a você”. Apesar da ironia, que critica expectativas exageradas com a tecnologia, Robert Hetu, vice-presidente de pesquisas do Gartner, destacou o tema nas palestras IA: o sistema nervoso de sua organização de varejo e A natureza mutante do varejo.

“O varejo está pronto para experimentar uma onda de projetos até 2021. Os casos de uso abrangem toda a cadeia de valor, focados na automação para redução de custos e melhorias na experiência do cliente. No entanto, a IA terá um papel maior, funcionando como sistema nervoso da organização, apoiando a adaptação contínua”, antecipa. “As mudanças impulsionadas pela tecnologia nas expectativas e no comportamento dos clientes continuam a acelerar a evolução do varejo. A escala só pode ser alcançada através da tecnologia, mas é necessário um equilíbrio delicado para o sucesso”, acrescenta.

 

Tendências destacadas no evento se alinham a soluções da MC1

As novas funcionalidades para Perfect Store da plataforma WinTheMarket da MC1, como reconhecimento de voz e imagem, ou Inteligência Artificial para predição de demanda e pedidos, foram uma oportunidade para os participantes do Gartner ITXpo verem como os conceitos expostos e discutidos no congresso são colocados em prática. “Não é coincidência nem sorte. O próprio Gartner é uma de nossas fontes de inteligência de mercado e muito do que fazemos em nossos produtos se inspira nas necessidades e nos anseios de muitos CIOs e executivos de varejo presentes no evento”, esclarece Raphael Merseguel – Global Sales & Channel Director da MC1.

Mais do que prover uma solução móvel para automação de força de venda, as plataformas da MC1 agregam recursos de Inteligência de Mercado, integração ágil com ERP e outros sistemas corporativos e diversos recursos para garantir excelência na execução e mais produtividade e rentabilidade em vendas. “A experiência no ponto de venda tem a ver com o estilo e a diferenciação (que pode ir de preço a outros atrativos relevantes para cada perfil de produto, loja ou consumidor). A tecnologia, portanto, tem que ser customizada e integrada aos processos e regras de negócio, o que faz os executivos buscarem fornecedores com mais maturidade e referência em projetos corporativos. Isso nos deixa muito bem posicionados e relevantes em qualquer mercado”, explica Raphael.

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