Imprensa MC1 prepara para aportar no mercado americano14/05/2010
A ideia, segundo o CEO da empresa, Cesar Bertini, é aproveitar o momento para abrir novas frentes no mercado internacional. “Nossa intenção é estar lá para ficar mais próximo do centro de decisão de muitas empresas que estão no Brasil, além de buscar parceiros e até mesmo adquirir empresas, agregando ainda mais valor à nossa instituição por meio de uma atuação global.” O processo de ganhar novos horizontes foi impulsionado pelo bom momento vivido pela MC1 no mercado nacional. Desde 2003, a empresa trabalha o conceito de mobilidade, ultrapassando os limites de softwares embarcados em dispositivos móveis para processos de negócios eficientes.
Investindo nessa frente, conquistou uma carteira de clientes de peso, composta por grandes empresas nacionais e multinacionais de diversos setores, como Nestlé, BASF, Bunge Alimentos, Honda, Sadia, Vivo, Banco Santander, CadBury, SABESP , BIC Banco, Nextel, Energisa, Electrolux, entre outras. “Podemos destacar que a relevância das nossas soluções para os clientes é o que explica o longo relacionamento com eles, pois buscamos não restringir nossas ações ao momento da implementação de um projeto, mas auxiliá-los na condução de sua estratégia móvel como parte de nossos serviços. O foco do cliente é o nosso foco.”, reforça Bertini.
INTERNACIONALIZAÇÃO - Com a demanda dos clientes, que decidiram levar os bons resultados obtidos com as soluções implementadas pela MC1 no Brasil para outros mercados, especialmente a América Latina, a companhia iniciou seu processo de internacionalização em 2007 com o estabelecimento de parceiros regionais em três países: México, Colômbia e Argentina. E, no presente momento, prepara-se para desembarcar nos Estados Unidos em junho próximo.
“O escritório nos EUA, além de ser a nossa porta de entrada para o mercado norte-americano, dará suporte às nossas operações no México e América Central”, explica Julio Fábio Chagas, diretor comercial da MC1. Em 2009, os negócios com o mercado estrangeiro representaram 5% do faturamento da empresa. “O objetivo para o final de 2010 é que outras companhias e mercados tenham conhecimento dessa empresa 100% brasileira, com atuação internacional, e que esse percentual de negócios de exportação dobre.”
Para ele, o aquecimento do mercado local vai permitir que a MC1 adote estratégias ousadas de expansão, como comprar outras empresas no mercado externo. De acordo com Chagas, essa é uma oportunidade de fidelizar a presença da MC1 no mercado internacional.
Mas o diretor afirma que a empresa também está muito focada no mercado interno – que vive um ótimo momento para o setor de TI. “Estamos em processo de ampliação de nossa rede de parceiros de distribuição e, a partir do segundo semestre, vamos iniciar o processo de capacitação destes parceiros para a implantação de novos produtos.” A MC1 também quer aumentar o foco em soluções SAAS e estabelecer parcerias a fim de aumentar a capacidade de oferta para soluções em cloud-computing em âmbito nacional e internacional.
A MOBILIDADE – Diante de um cenário tão positivo, Bertini garante que a mobilidade é uma necessidade crescente entre as pequenas, médias e grandes corporações. “As empresas precisam ter velocidade para acompanhar o volume de informações que operam diariamente.”
A questão da mobilidade, segundo ele, é de grande importância para empresas que possuem sistemas de análise de informação sofisticados, mas que com o tempo acabam sofrendo o “efeito retrovisor”, ou seja, “quando chegam à constatação sobre alguma informação relevante esta já ficou ultrapassada e qualquer ação efetiva será apenas para o futuro, deixando o presente para quem está mais preparado para o imediatismo. “Ter ferramentas para tomar decisões rápidas é fundamental para um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico e que, na maioria das vezes, por causa dessa velocidade, consegue moldar o futuro”, explica o CEO.
Podemos entender como mobilidade o controle das interações que ocorrem entre indivíduos e empresas (B2B, B2C, B2E, C2C), as quais são capturadas, transformadas em informações e ações rápidas e efetivas com um único objetivo: gerar resultados. Segundo Bertini, a grande questão é entender todas as interações e buscar onde as tecnologias móveis são relevantes em distintos ambientes de negócio ou relacionamentos. “O investimento nas tecnologias móveis deve ser precedido por uma análise criteriosa dos processos existentes e dos objetivos desejados para então decidir o quê, com quem, como e quando adotar a solução. Parece óbvio, mas a maioria não está fazendo isso e como conseqüência não obtém o resultado esperado”, comenta o executivo.
Com essa visão, a MC1 vem trabalhando o conceito dos “Resultados em Movimento”, o qual sintetiza todos estes aspectos. “A tecnologia móvel a ser utilizada não pode ser encarada como um fim em si, e sim um meio para alcançar os resultados. A nossa participação está em mapear os processos envolvidos, objetivos das empresas e determinar como a mobilidade suporta estas definições, descrevendo as tecnologias móveis mais apropriadas e os serviços para suportar a operação”, diz o executivo.
Com seu trabalho de consultoria, a MC1 auxilia na identificação de gaps e oportunidades de negócios a partir da adoção de mobilidade. “Este apoio abrange desde a análise de processos de negócio e viabilidade técnico-financeira, passando por definição de políticas de segurança, identificação da forma de conectividade e equipamentos mais adequados, até o apoio à tomada de decisão”, explica Bertini.
Já na parte que engloba integração de sistemas, com a utilização do MCPlataform, a empresa desenvolve e integra a solução mais adequada para cada tipo de negócio. “A adoção desta plataforma permite preservar investimentos já realizados, com menores riscos e impactos”. No segmento de serviços, além de ajudar outras companhias a identificar oportunidades e a desenvolver a melhor solução, a MC1 também oferece serviços de apoio à operação, como gerenciamento do relacionamento com as operadoras de telecomunicações, outsourcing de suporte técnico - help desk no apoio das equipes em campo, gestão de serviços operacionais de apoio com SLA definidos e, até mesmo, outsourcing total dos recursos tecnológicos envolvidos na solução de mobilidade.
Para finalizar, o executivo explica que o sucesso da empresa se construiu a partir do foco dado aos clientes. “Este fato, somado aos nossos valores expressos em ações como comprometimento, confiança, inteligência e experiência, permitem-nos alcançar o principal objetivo dos clientes: resultados”, e completa, “a aplicação de soluções de mobilidade se dá por processos de negócios que podem existir de maneiras diferentes, mas com o mesmo objetivo, em diversas indústrias”.


